Cool

Alta Fidelidade

Sexta! \o/ Meus planos incluem Noitão, praia e me atrasar ainda mais com meu google reader, mas por enquanto as coisas mais legais que eu encontrei nele essa semana:

Resenha incrível de Cisne Negro no Style Rookie (com direito a croquis da Rodarte!)

Cozinha colorida feliz e contente no Design*Sponge

Mais Cisne Negro: 10 editoriais inspirados em Ballet, no Fashionista

Ok, isso foi a coisa mais legal que eu vi no mês! Jóias inspiradas em quadrinhos da DC Comics. Juro, eu dava um dedo por aquele anel de Gotham City (quão irônico é isso? haha) no Refinery 29

Olivia Palermo e vestidos incríveis no lookbook novo da Mango, no site da Nylon

Living In: Sense and Sensability, preciso dizer mais alguma coisa? Também no Design*Sponge

Se você viu um filme…

Se você for a uma festa e nenhuma foto aparecer no Facebook, você realmente foi a essa festa?

 

Essa é uma mensagem especial pra Aninha: esse post não contem spoilers e você pode ler.

(voltamos a nossa programação normal)

Eu ouvi dizer o tempo todo (leia-se: desde sexta feira quando o filme estreou) que “A Rede Social” era um filme sobre a frieza da nossa geração. Não é. É um filme sobre pessoas que querem se comunicar, mas não conseguem. Não conseguem porque perderam o controle e sim, essas pessoas somos nós.

Eu também li, isso desde que o hype do filme começou, que  o filme (e principalmente o livro, “Accidental Billionaires” em que ele foi baseado) não são acurados e vilanizam demais o Zuckerberg. Eu acredito nisso, mas acho que não importa. Eu já disse em diversas conversas por aí (e devo ter importado esse argumento de alguém importante que eu não lembro quem é) que não importa se deus existe ou não, a religião é real, a experiência de deus para quem acredita é real. Se a história do Facebook é ou não aquela é menos importante, o que importa é que você senta por duas horas na frente de um filme que é a sua realidade.

Uma realidade que de certa forma substituiu aparência pela “relevância” e em que um fora da namorada é sim motivo para mudar o mundo, o que mais seria? Nós perdemos o controle: daquilo que é importante, da maneira como nos relacionar e da extensão de nós mesmo que é a internet e, mais importante que tudo, da nossa capacidade de nos comunicar.

Para mim o maior mérito do David Fincher é finalmente esquecer a Sociedade do Espetáculo como cinema ou tv e perceber que o tal espetáculo são suas fotos no Facebook e é articular isso de uma forma perfeitamente digerível, mas incômoda, como quem diz: eu sei, meus queridos, vocês não sabem para onde estão indo. Exatamente assim, sem crítica, apenas um retrato.

E um retrato muito bem feito! Eu não quero ficar aqui falando de roteiro e montagem e personagens e, bla,bla,bla “eu fiz cinema e sei usar termos técnicos”, basta dizer que nos primeiros 3 minutos de filme ele fez o personagem e te convenceu de todo o resto que ele vai mostrar na próxima uma hora e 57 minutos. E eu precisei gastar tudo isso só pra dizer que “A Rede Social” é um puta bom filme!

The Sweetest Thing

Por um certo tempo ultimamente eu fui relapsa com blogs, tumblrs e meu google reader (culpa é da vida acadêmica) aí essa semana resolvi voltar para esse mundo virtual e achei meu reader com mais de 1000 posts não lidos!

Em meio a overdose de informação, as coisas mais legais que eu vi essa semana:

Thanksgiving bonito e ao ar livre, do Design*Sponge

Dois em um: xícara de chá com forminha de cupcake (quero já!), do blog da Nylon

Cabelo retrô!!! Do A Cup of Jo

Coroa de flores, que amor!! Também do Design*Sponge

Eu quero uma cozinha com janela!!! (yep, a minha não tem…), sério, eu não sou uma pessoa nada “natureza”, mas essa mini-horta de temperos é tão legal que eu juro que faria! Do De(coeur)ação

 

Cortadores de biscoito de Pac-Man! (biscoitos eu sei fazer…), também do blog da Nylon 

Porque segundo a Escola Rob Gordon de Análise da Personalidade (que eu pratico!) você é o que você gosta.


Le long du large

Inspirações aleatórias, parte I:

Fotos tiradas dos sites de street-style da vida e que ficam guardadas na pasta “Queria Me Vestir Assim” do meu computador (sim, eu queria me vestir como a Fifi Lapin e daí?)

E despretensioso segue a palavra de ordem por aqui… Uma saia de cintura alta, uma camiseta, um cardigan e tchau! Aliás, gosto especialmente dessa foto da Olivia Palermo  porque ela está basicamente de jeans e camiseta! (é,é, uma Birkin ajuda, eu sei)

(podia ser também: Música Nada a Ver Como Título Parte II)

Sentimental Heart

Semana passada eu passei na C&A pra ver a coleção com a Maria Bonita Extra e é muito bonitinha! As cores são lindas, as modelagens são ótimas e as estampas são divertidas. E  é muito Maria Bonita Extra o que me deixou feliz da vida porque eu amo a marca, mas ela não é exatamente comprável.

Agora assim… os zíperes são todo um problema. Inclusive a ideia inicial era fazer um post só com as 3 coisas que eu comprei, mas o zíper do vestido não colabora e eu vou ter que trocar. Não chega a ser um problema absurdo, principalmente porque já me aconteceu a mesma coisa com um vestido da Les Lis Blanc que custou pelo menos o dobro, mas seria ótimo comprar uma coisa que eu posso usar!

No final, é ótimo ter uma colaboração que tem bem a identidade da marca, mas com preço (e,aham, qualidade…) de C&A.

(acho que vai rolar uma série “compras por menos”, haha, vou esse fim de semana ver o bazar da Isabela Capeto e a coleção do Oskar Metsavaht pra Riachuelo)

[Short: Maria Bonita Extra para C&A/ Camiseta: Salinas/ Cardigan: Zara/ Cinto: Maria Filó/Sapatilha:Arezzo/Colar: Feirinha da Benedito Calixto]

[O título é só porque eu achei essa roupa tão cara de ouvir She & Him e andar de bicicleta]

Anna Karinna

O dia está feio, eu tenho um monte de textos sobre Ciências da Religião pra ler e até queria postar sobre a maquiagem das vilãs da disney da M.A.C, mas a luz da minha sala queimou e a de fora não está colaborando. Então, pra melhorar a vida vai ser Anna Karina day por aqui. Fotos de “Uma mulher é uma mulher” e se você nunca viu Godard vá ver esse filme agora!

(a gente tem que honrar o nome do blog de vez em qando né)

Observação pertinente: quase todos os filmes coloridos dele tem os figurinos dela em azul, vermelho e branco. É uma descontrução da imagem da Marianne, a representação feminina de república francesa e a crítica do Godard ao nacionalismo francês. (Crítica porque as personagens da Anna Karina nunca são, digamos assim, respeitáveis)